Globo nega conotação política em invasão de homem que fez repórter da emissora refém

Por Agnaldo Santos e Herick Rios em 10/06/2020 às 17:59:13

A Rede Globo de televisão negou que um homem que invadiu a sede da emissora no Rio de Janeiro, na tarde desta quarta-feira (10) (relembre aqui), teria executado a ação por questões políticas. Segundo o UOL, por meio de uma nota, o canal esclareceu que o rapaz, de 20 anos, era um fã da jornalista Renata Vasconcellos e que ele possuía "distúrbios mentais" aparentes.

"A Globo repudia com veemência todo tipo de violência. Foi obra de alguém com distúrbios mentais, sem nenhuma conotação política. Um homem que exigia ver a jornalista Renata Vasconcellos. Seguindo instruções do comandante, Renata compareceu ao local onde estava Marina [Araújo] e o invasor. Tão logo ele a viu, largou a faca e libertou Marina. Foi preso imediatamente", comunicaram.

A emissora também informou queno momento em que ele fez a repórter Marina Araújo como refém, "a segurança da Globo rapidamente agiu, isolou o local e chamou a PM". A negociação ficou sob responsabilidade do coronel Heitor Henrique Pereira, comandante do 23º batalhão da corporação. Marina e demais funcionários presentes na situação não foram feridos e passam bem.

"A TV Globo agradece à PM, ao coronel Heitor e a todos os policiais, cuja condução foi exemplar. Marina se comportou com coragem, serenidade e firmeza, sendo fundamental para o desfecho da situação. Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem. As duas profissionais estão bem. E foram recebidas pelos colegas com carinho e emoção", completou a nota.

Fonte: Bahia Notícias

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