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Vacina ou Cloroquina? A escolha pode estar em suas mãos

Por Agnaldo Santos e Herick Rios em 21/12/2020 às 10:12:42

Com a chegada da vacina, encerra-se o ciclo da cloroquina? Ou as falácias se sobressaem na promoção insustentável, pois sabe-se que o composto não funciona contra o Covid-19? O que pode levar uma pessoa a ir de encontro aos estudos e testes que comprovam a eficácia da vacinação, assim como aconteceu em vários períodos da história, em um processo de pesquisar e testar, assim como foi para o sarampo, a paralisia infantil, e muitas outras? Assim como a própria gripe e a influenza. O momento é histórico, e "formadores de opiniões" põem em cheque a eficácia da vacina, o que pode ser perigoso, induzir as pessoas, principalmente do grupo de risco a não serem imunizadas. No mínimo contraditório. Se antes da vacina foi defendido o uso da cloroquina e hidroxicloroquina, como cura milagrosa para enfermos do novo coronavírus, vem o enfrentamento contra o que é no mínimo, uma medida preventiva e que seguindo o curso da história, eficaz. Um momento tão esperado, tentam jogar um balde de água fria, como que já não bastasse a ansiedade para a chegada da cura e se ter a vida normal de volta.

É preciso exalar confiança para a população, mesmo que sabendo ser necessário o empenho por vários meses para que possamos nos livrar de máscaras e álcool em gel e distanciamento social, paciência com o novo.

Uma vacina é uma preparação biológica que fornece imunidade adquirida ativa para uma doença particular. Uma vacina tipicamente contém um agente que se assemelha a um microrganismo causador de doenças e é muitas vezes feito de formas enfraquecidas ou mortas do micróbio, das suas toxinas ou de uma das suas proteínas de superfície. O agente estimula o sistema imunológico do corpo a reconhecê-lo como uma ameaça, destruí-lo e a manter um registro seu para que possa mais facilmente reconhecer e destruir qualquer um desses microrganismos que mais tarde encontre.

Vou tomar a vacina. Se fosse em 1798, quando Edward Jenner foi reconhecido pela comunidade científica como tendo descoberto a vacina para a varíola, eu tomaria sim. Já em 1885 foi descoberta a vacina para a raiva por Louis Pasteur, eu também me submeteria ao pico. Então não vejo porque de não tomar a vacina, exatamente em um momento de segunda onda, com possiblidade de ainda ser muito mais forte.

Vacinas são, historicamente, o meio mais efetivo e seguro para se combater e erradicar doenças infecciosas.

Texto: Hérick Rios

Jornalista DRT 3231BA

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